Respondo: Antes de assistir ao documentário e ler o livro “Ekoaboka”, eu enxergava os indígenas como pessoas que vivem na floresta, que usam adereços cheios de penas, que caçam e pescam, pintam a cara, tem cabelo liso e tem a cultura diferente da nossa. Hoje, minha opinião se modificou consideravelmente. Hoje eu os vejo não só como um povo da floresta de cultura diferente da nossa, eu reconheço-os como pessoas capazes de muitas coisas, com uma cultura não só diferente da nossa, mas uma cultura muito bonita, pois eles realmente sabem viver a vida de maneira que não agrida o meio-ambiente e nem o ecossistema em que eles vivem. Índios são pessoas trabalhadoras, que se esforçam para sustentar sua família e que com certeza vão muito além de pessoas que vivem na floresta, que caçam e pescam.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Índios
Este blog foi criado a
pedido de meus professores e servirá como instrumento de avaliação, portanto,
algumas postagens serão destinadas a respostas de algumas questões que, a pedido
de professores terei que postar no blog. Hoje, a questão é a seguinte:Qual era sua visão/seu
conceito acerca dos índios antes de assistir ao documentário passado pela professora
Sueli/Tammy (História) e ler o livro Ekoaboka? E hoje? Sua opinião se
modificou? Como você os vê agora? Explique.
Respondo: Antes de assistir ao documentário e ler o livro “Ekoaboka”, eu enxergava os indígenas como pessoas que vivem na floresta, que usam adereços cheios de penas, que caçam e pescam, pintam a cara, tem cabelo liso e tem a cultura diferente da nossa. Hoje, minha opinião se modificou consideravelmente. Hoje eu os vejo não só como um povo da floresta de cultura diferente da nossa, eu reconheço-os como pessoas capazes de muitas coisas, com uma cultura não só diferente da nossa, mas uma cultura muito bonita, pois eles realmente sabem viver a vida de maneira que não agrida o meio-ambiente e nem o ecossistema em que eles vivem. Índios são pessoas trabalhadoras, que se esforçam para sustentar sua família e que com certeza vão muito além de pessoas que vivem na floresta, que caçam e pescam.
Respondo: Antes de assistir ao documentário e ler o livro “Ekoaboka”, eu enxergava os indígenas como pessoas que vivem na floresta, que usam adereços cheios de penas, que caçam e pescam, pintam a cara, tem cabelo liso e tem a cultura diferente da nossa. Hoje, minha opinião se modificou consideravelmente. Hoje eu os vejo não só como um povo da floresta de cultura diferente da nossa, eu reconheço-os como pessoas capazes de muitas coisas, com uma cultura não só diferente da nossa, mas uma cultura muito bonita, pois eles realmente sabem viver a vida de maneira que não agrida o meio-ambiente e nem o ecossistema em que eles vivem. Índios são pessoas trabalhadoras, que se esforçam para sustentar sua família e que com certeza vão muito além de pessoas que vivem na floresta, que caçam e pescam.
terça-feira, 26 de março de 2013
Ekoaboka
O livro desse post é o Ekoaboka, de Ana Gibson, Anna Claudia Ramos, Isabella Barbosa, Isabella Massa e Myryan Coelho (Quantas escritoras!). Ele conta a história de uma
família que foi viajar para a floresta Amazônica. Essa família é
composta por 5 pessoas, a Marina, que é a mãe, o Leo, que é o pai e Chantal,
Txai e Alex, que são os filhos. Há também nessa história o Babalôo, que é amigo
de Leo. Babalôo e Leo viajaram para a floresta Amazônica para descobrir a
fórmula de uma vacina contra a malária. Como não tinham um prazo determinado
para a volta, já que faltava alguma coisa para a vacina, mas eles não sabiam o
que, Leo decidiu chamar a sua família para passar as férias na floresta
Amazônica, junto com ele e Babu (Apelido de Babalôo). Foram então, todos passar
as férias na floresta. Chantal é uma menina vaidosa, “nojentinha”. A princípio
não gostou da viagem, e até contava os dias para voltar, mas depois que
conheceu Catu, um índio da aldeia Abakêbyra
tudo mudou. Ela não queria mais voltar.
Por um lado ela apaixonada
pelo Catu, e pelo outro a mãe de Catu, que não queria de jeito nenhum que o
filho se fosse, já que Tupã, o deus dos Abakêbyra
comunicou-a de que algum dia, alguém virá de fora e lhe tomará Catu. Ela
sabia que essa pessoa era Chantal, e fez de tudo para lhe manter longe de Catu.
Certo dia, Tupã levou a mãe de Catu a um campo cheio de flores coloridas e
ordenou que ela pegasse as flores marrons e entregasse para a família de
Chantal. Ela pensou: Não pode ser! Não vou fazer nenhuma gentileza à família de
quem levará o meu filho embora!
No final do livro, a mãe de
Catu resolve, finalmente, entregar as flores à família de Chantal. Leo e Babu descobrem
que as flores eram o que faltava para a vacina conta a malária, e decidiram
voltar. Alex gostou muito da tribo indígena, a ponto de comemorar o seu
aniversário de 18 anos como um índio da aldeia Abakêbyra comemora, então, Alex decidiu ficar. Catu foi ao
aeroporto levar Chantal, Txai, Marina e Leo. Ficou impressionado com tudo que
viu e sentiu. O cheiro da cidade, era um cheiro ruim. As escadas rolantes,
muitas pessoas, tudo que ele encontrou de diferente. Catu, Alex e Babu então,
se despedem da família, com muita tristeza.
Chantal fica muito triste, e
vai escrevendo um diário no avião. Nesse diário ela conta tudo o que sente, e
pretende voltar para a floresta Amazônica para rever Catu.
Eu recomendo a leitura desse livro, apesar dele ser um pouco chato no início. No final ele é bem legal.
Pedido
Olá,
Eu peço agora para vocês que recomendem livros bons para que eu possa postar o resumo e recomendá-los (ou não). Como o blog ainda está no começo ainda não postei nenhum resumo, mas pretendo ainda hoje postar o resumo de um livro chamado "Ekoaboka", que é um livro que a professora de português pediu.
Eu peço agora para vocês que recomendem livros bons para que eu possa postar o resumo e recomendá-los (ou não). Como o blog ainda está no começo ainda não postei nenhum resumo, mas pretendo ainda hoje postar o resumo de um livro chamado "Ekoaboka", que é um livro que a professora de português pediu.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Olá :)
Olá, nessa minha primeira postagem irei me apresentar.
Meu nome é Luara, tenho 12 anos, quase 13. Nesse blog irei escrever um breve resumo dos livros que leio, daí que se origina o nome do blog.
Acho que nesse primeiro momento não tenho muitas coisas a declarar, mas ao longo do tempo com certeza nos conheceremos melhor.
Meu nome é Luara, tenho 12 anos, quase 13. Nesse blog irei escrever um breve resumo dos livros que leio, daí que se origina o nome do blog.
Acho que nesse primeiro momento não tenho muitas coisas a declarar, mas ao longo do tempo com certeza nos conheceremos melhor.
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