sexta-feira, 19 de julho de 2013

Um turbilhão de sentimentos (Livro O Mistério do Apartamento Sorriso)


Ao ler esse livro sentimos muitas coisas. A leitura desse livro é surpreendente, sempre está acontecendo algo totalmente inesperado, o que torna a história curiosamente confusa, mas legal.
O livro está cheio de “contradições planejadas”. Quando você começa a chegar a uma conclusão do mistério, acontece algo que te faz mudar de ideia, e continuar lendo. O livro aparenta ficar mais interessante a cada parágrafo. É realmente uma pena que esse livro seja tão curto, tenha apenas 58 páginas, mas essas são suficientes para que o livro seja muito divertido.
O escritor desse livro, Pasqual Lourenço escreve livros infantis e juvenis. Já escreveu muitos livros que aparentam ser muito legais, como por exemplo “O Poodle que fugiu de casa”. Pasqual também já recebeu a maior premiação concedida ao gênero crianças, o Prêmio Narizinho, por sua peça “O Planeta dos Palhaços”.
 O livro “O Mistério do Apartamento Sorriso” conta a história de uma família que era muito feliz, por isso fora apelidada de “família sorriso” pelo síndico do prédio, o Zeca.
A família sorriso era constituída de 6 pessoas, a mãe, o pai e os quatro filhos. Tinha também a empregada, Juju, que estava lá desde quando o irmão mais velho era bebê. Em uma tarde, as quatro crianças, como sempre estavam na frente da televisão. De repente, Juju nota que tudo ficou mais silencioso. Quando foi ver, as crianças tinham sumido. Para investigar esse misterioso sumiço acontecem muitas coisas malucas, até que, milagrosamente, acham a maluca solução do caso.

Esse livro foi publicado pela editora Atual, e sua leitura é muito divertida. 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Uma história infantil, mas muito bonitinha (Livro O Homem que Amava Caixas)

“O homem que Amava Caixas” é um livro infantil, mas confesso que quando fui ler para a minha irmã me apaixonei por ele. A história é muito fofa, pena que é pequena, mas não poderia esperar outra coisa de um livro infantil. Este tem 34 páginas, mas tem pouco texto em cada página, como todos os livros infantis.
O autor desse livro, Stephen Michael King escreve exclusivamente livros infantis. Stephen sofreu perda auditiva aos 8 anos, mas aos 13 ganhou um aparelho auditivo. Quando ele saiu da escola, quis encontrar a criança dentro dele novamente, e então começou a desenhar e escrever. Vive atualmente na costa leste da Austrália, em uma ilha, com sua esposa, seus dois filhos e alguns animais. Além de escrever livros, Stephen também os ilustra, e faz de seus livros verdadeiras obras de arte. Ele escreveu muitos livros de sucesso, como “Vira-Lata, “Você”, “Nunca, Jamais, em Tempo Algum” e “Pedro e Tina”.
O livro “O homem que Amava Caixas” foi o primeiro escrito por Stephen, e recebeu o prêmio Family Award for Children’s Books em 1996. Em sua versão brasileira, foi publicado pela editora Brinque•Book. Este é um livro muito especial, Stephen se inspirou na sua vida para escrevê-lo. “A história é sobre meu pai e eu, quando era criança e fiquei surdo. Eu tive vários problemas sociais, e minha relação com meu pai tinha acabado. Nossa comunicação era difícil em vários níveis. Naquele momento eu não percebi, só mais tarde, que ele estava se comunicando de outras maneiras, fazendo pequenas coisas para mim. Realmente, foi com trinta anos, olhando para trás, que eu percebi isso. Escrevi a história e fiz do pai um pai, e do menino uma jovem criança” disse Stephen.
O livro conta a história de um pai que amava caixas, grandes, pequenas, redondas, altas... De todos os tipos. O problema é que esse pai não sabia como demonstrar o amor pelo seu filho, até que um dia teve a ideia de construir várias coisas para seu filho com as caixas. Construía castelos e aviões que sempre voavam (a não ser, claro, que chovesse). Era só os amigos aparecerem que as caixas apareciam também, e todos brincavam muito. Todos riam desse pai, achavam que ele era maluco, mas ele nem ligava, pois havia encontrado uma forma especial de compartilhar o amor com seu filho. 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Uma prazerosa leitura (livro Malu - O Guia Maravilhoso Para Todas as Coisas)


Infelizmente esse livro não conta uma história, o que prejudica o real objetivo de uma resenha, mas a leitura desse livro não deixa de ser agradável e divertida.
Esse livro foi originalmente publicado como “Trixie- Very Extremely Brilliant Guide To Everything” pela HarperCollins Publishers  na Austrália, mas a versão brasileira foi publicada pela editora Fundamento com o título de “Malu- O guia maravilhoso para todas as coisas”.
A escritora desse livro escreve exclusivamente livros juvenis. Ros Asquith nasceu no Reino Unido, mas atualmente vive em Londres, com seu marido e seus dois filhos. Ros já publicou muitos livros, aparentemente muito interessantes. O livro desse post (um livro muito legal) vem de uma coleção. São mais dois livros que, na versão brasileira se chamam “Malu e a incrível cadelinha artista” e “Malu e o pônei dos sonhos”, também publicados pela editora Fundamento.
O livro conta de forma engraçada várias situações comuns na vida de qualquer estudante, o que torna a leitura divertida e cada vez melhor. O formato em que o livro foi impresso também é interessante, já que o público-alvo ao qual o livro foi adequado (adolescente) tem o péssimo costume de não gostar de ler, e esse formato permite que o leitor pule algumas partes ou deixe para lê-las depois. Como se isso ainda não bastasse, o livro - para se adequar ainda mais ao público alvo - é curto, tem apenas 166 páginas, e ainda tem a linguagem simples, para tornar a leitura ainda mais fácil.
Esse é aparentemente um dos melhores livros para meninas de minha idade.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pensamentos


Essa postagem não é dedicada a um livro, mas continua sendo uma coisa que julgo ser interessante para postar aqui no blog. Eu criei recentemente alguns pensamentos, porém, não sei se a ideia em que eles se baseiam já são de autoria de outra pessoa. Isso é uma coisa complicada, algumas vezes até duvido que eu tenha a autoria dessas frases... É difícil acreditar que eu posso criar coisas do gênero, mesmo que talvez não tenha sido eu que criei isto. É uma coisa bastante confusa, mas peço que se em algum momento, alguém que estiver lendo essa postagem reconhecer a ideia do pensamento de algum outro já existente, que me comunique, será um grande favor.
Ainda tenho um pouco de dificuldade com a linguagem, as frases em minha opinião ainda estão pobres em vocabulário, espero com o tempo melhorar isto. Aqui estão elas:
*O grande só é realmente grande quando chega ao topo de forma honesta.
*Sejamos nós mesmos, e se merecermos, honrados seremos.
*O tempo não é a melhor forma de justiça, mas, muitas vezes, é a única realmente justa.
* Se você realmente errou, não tente justificar. A mentira é outro erro, e se um erro não se justifica, imagine dois.
*Não ligue para aqueles que riem de você. Se algum dia aquelas mentes amadurecerem, carregarão consigo a culpa, e o pior: Para o resto de suas vidas, a não ser que com esse amadurecimento venha a coragem, e com a coragem as desculpas, e com as desculpas o renascimento de duas novas vidas, dessa vez sem a mágoa e a culpa.
*Nunca jure nada, as coisas se modificam.

Esta última, meu amigo Iago (Que tem a linguagem bem mais rica que a minha) conseguiu dar uma melhoradinha na frase se baseando na minha ideia e acrescentando um pouco mais de filosofia. Ficou bem legal:
“Nunca jure algo que não poderá cumprir. A medida de alguém sempre é pela confiança em seus atos e palavras.”

Muitas vezes um pensamento precisa de um vocabulário rico, mas, por mais que eu tente, o meu vocabulário não é assim, mesmo eu lendo bastante... De qualquer forma continuarei tentando melhorar ele. 

O blog do Iago é este aqui:

domingo, 9 de junho de 2013

Um paradoxo sentimental (livro Todos Contra Dante)



É algo estranho sentir duas coisas ao mesmo tempo. Não existe algo mais confuso que isso, e não importa se é em relação ao amor, amizade, ou mesmo a uma série americana qualquer, sempre haverá uma verdadeira chuva de contradições. Se isso ocorre em detalhes tão corriqueiros, porque não aconteceria num livro? Todos Contra Dante, um livro escrito por Luís Dill (publicado pela Cia. Das Letras) nos leva exatamente a esse estado.
Para entender esses sentimentos, é necessário imaginar a grande marca da insegurança adolescente: o bullying. Chega a ser tedioso falar tanto sobre ele, mas infelizmente, é algo necessário, já que a ignorância ainda leva a atos absurdos. O livro baseia-se em fatos reais, e se você acredita que sofre na escola, não queira ler essa narrativa: ficará traumatizado.
Esse livro conta a história de Dante, um menino pertencente às camadas mais pobres da população de São Paulo. Ele sofria bullying, não somente pela sua classe social, mas pela sua aparência também. Chegou a ser agredido, e, inclusive, foi criada uma comunidade na internet para que o bullying acontecesse não só na escola, mas também nas redes sociais.
 A história é dura? Sim, mas também realista. É triste pensar num mundo onde pessoas fazem isso? Sim, mas o coração humano ainda é desse jeito.
O escritor desse livro provou ter uma profundidade, criatividade e senso de realidade muito aguçados (este último provavelmente por já ter trabalhado na imprensa). O formato do livro “Todos contra Dante” e sua temática jovem mostram o diferencial de Luís Dill, o que não diminui sua genialidade, afinal, quem já publicou mais de 30 livros, muitos deles premiados, como por exemplo “Tocata e Fuga” ou ”De carona  com nitro”, recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura nas categorias Conto e Juvenil e  já foi finalista do Prêmio Jabuti por quatro vezes, não é exatamente um qualquer...
O livro passa uma mensagem muito especial, porém, o seu formato não agrada a todos, já que, em toda a história é preciso voltar uma página para ler o que os links, porém, isso ainda não é defeito que impeça a história de ser interessante para os adolescentes. A capa é atrativa para os mesmos, e a linguagem cheia de gírias dá um toque especial à história. Outro fator que é relevante para que o público alvo seja atingido é o fato de que, quando comparado a outros livros, este é curto, tem apenas 95 páginas. Nessa idade é comum que os leitores sejam ‘preguiçosos’, então isso, de certa forma é mais um atrativo para a leitura desse livro.

“Todos contra Dante” é sim um bom livro, você provavelmente irá gostar de realizar essa prazerosa leitura. 

(Texto feito com o auxílio do Iago: http://sacudidordepalavra.blogspot.com.br/ )

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O estudante

Incrivelmente a capa desse livro não está desatualizada (peguei ele com o meu primo).  
Eu gostei bastante da história, achei comovente (até demais!). Acho que esse é o tipo de livro que deveria ser recomendado na escola, tem uma história boa e cheia de aprendizado, mas não o tipo de aprendizado que conquistamos na escola, o aprendizado do tipo “Não devo fazer isso por que se eu fizer dará errado”.
O livro mostra que o “fantasma da droga” não atinge somente famílias pobres, o vício não escolhe classes sociais e você deve ficar atento, pois pode estar entrando em uma cilada e nem perceber, como foi o caso de Renato, uma das personagens da história. Aqui está o resumo do livro:
Esse livro conta a história de Renato e Roberto, irmãos inseparáveis e de família rica. Eram tão inseparáveis que, embora a idade deles fosse diferente, estavam na mesma sala, pois nos primeiros dias de aula, Renato não queria ir para a escola, então Roberto ofereceu companhia, já que no dia anterior tinha visto a lição do irmão e achado fácil, então a escola fez um teste para ver se Roberto acompanhava bem, e acompanhou.
Tudo ia bem, até que eles chegaram a 5ª série. Todos eram bagunceiros e sem respeito. Não respeitavam professor, mãe, Deus, não respeitavam ninguém. As únicas exceções eram Roberto e Renato. Aos poucos eles conseguiram transformar a sala, e depois a cidade onde eles moravam, fazendo grandes doações (já que todos lá eram ricos, pois estudavam no melhor colégio da cidade), estimulando a adoção de crianças brasileiras e arrumando emprego para os moradores das favelas. Eles ajudaram muito, eram aplaudidos de pé por multidões.
Um dia, Renato reclamou de dor de cabeça. Mário, um menino com quem Renato tinha uma certa rivalidade, naquele mesmo dia se desculpou com Renato ofereceu um comprimido para dor de cabeça (que na verdade era droga). Renato foi se viciando até virar traficante e se meter com gente perigosa. Ninguém acreditava que o Renato que eles conheciam agora era esse Renato, que disse que pararia com as drogas diversas vezes, mas se parava, voltava por pouco tempo a ser quem ele era antes, logo voltava a ser violento.
Renato foi parar na polícia diversas vezes, até que seu pai não aguentou mais e deu um tiro nele.
Pelo visto meu resumo não foi tão interessante como a leitura do livro, me desculpem. O jeito que a autora descreve Renato e a mudança drástica na sua vida é irreprodutível. O resumo não ficou emocionante e comovente L

terça-feira, 21 de maio de 2013

O canguru emprestado

E mais uma vez, capa desatualizada (provavelmente).
Esse livro foi parcialmente decepcionante. Esperava uma história um pouco mais realista. Essa história é muito fictícia e bem maluca, eu particularmente não gosto de histórias desse jeito, desconsiderando o desfecho não muito bom.
O livro conta a história de crianças que ao ver a imagem de um canguru em um livro, dizem que ele é um filho de ovelha com macaco, mas gostam do bicho.
Pedem um canguru emprestado para o zoológico, que responde que para eles tudo bem desde que o canguru seja bem cuidado e que eles paguem a passagem. As crianças não tinham dinheiro, então escreveram uma carta para o presidente. Ele deu o dinheiro.
Todos estavam ansiosos para a chegada do canguru, quando ele chega a cidade inteira fica feliz.
Eles vivem aventuras malucas com o canguru, o ensinam a lutar boxe e ele vence o campeão da região, o canguru come todas as alfaces da plantação de um sítio, etc.
Quando o canguru teve que voltar para casa, vai de avião e vive várias confusões no avião, o avião é sequestrado, tem uma garota de 3 anos tocando gaita, e outros passageiros malucos.
O acompanhante do canguru volta então para a sua terra.
Eu particularmente desaprovo este livro para pessoas com a minha idade (14 anos), mas para uma criança menor pode ser muito interessante.