domingo, 12 de maio de 2013

O segredo do violinista


Esse é outro livro que a capa não está muito atualizada, mas a capa do livro que eu li é essa aqui do lado.
Esse livro é simplesmente perfeito! Ele realmente me surpreendeu, eu não esperava desse livro (totalmente chato no primeiro capítulo) que ele fosse ter o desfecho que teve. No começo ele não estava com nada, mas aí me lembrei do conselho de minha professora de português (Brenda), que infelizmente não dá mas aulas para mim. Ela dizia que mesmo que o livro fosse chato, deveríamos ler até o fim, só para poder dizer “eu li até o fim!”. Isso nunca me fez sentido, mas como ela sempre foi uma professora digna de minha confiança decidi ouvi-la. Agora faz sentido!
Não sei se vou conseguir resumir muito bem, já que esse é um tipo de livro difícil de se resumir, é cheio de detalhes importantes, e não sei se vai ser possível entender a história a partir desse resumo, mas aqui está ele:
A história se passa no edifício Renata. As pessoas sentiam um estranho arrepio, um vento gelado, e em seguida, algum objeto sumia. Todos queriam descobrir quem era o ladrão. O síndico do condomínio, o Alcides, já estava achando que os ladrões eram as crianças do prédio, pois exatamente como um cachimbo da coleção de cachimbos dele havia sumido, a bola de futebol das crianças também. Alcides achava que o caso da bola era só uma desculpa.
Não podendo contar com a ajuda de Alcides, as crianças decidiram investigar o caso sozinhas. Surgiram vários suspeitos, mas eles foram eliminando vários deles. Eles já não sabiam mais o que fazer, quando Miguel escutou a música do CD que havia sido roubado. Ele seguiu o som e foi parar na casa do violinista, um sujeito estranho que se vestia com um paletó roxo, gravata desajeitada, bermuda verde florida, uma meia preta e a outra verde, tênis desamarrados, realmente, um sujeito muito esquisito. A empregada estava indo descer o lixo e deixou a porta aberta.
Miguel começou a examinar a casa do violinista, era toda estranha, assim como ele. De repente, ele escuta a porta sendo trancada. Ele ficou trancado no apartamento do violinista! Procurou por algum telefone, não encontrou, porém, ele achou um interfone na cozinha, correu para ligar, mas não funcionava. Ele então foi em busca de outras alternativas, ainda não havia achado uma quando a fome bateu. Ele abriu a geladeira, mas só tinha livros. Do lado tinha uma comida estranha, uns mingaus e umas gororobas, ele decidiu não arriscar, procurou a água. Quando achou encheu um copo e bebeu tudo de uma só vez.
Ele lembrou-se do amigo Beto, que morava logo abaixo do violinista, correu para o terraço, chamou o amigo, mas ninguém respondeu. A casa não tinha televisão, ele já estava entediado, quando teve uma ideia. Escreveu um bilhete dizendo que estava preso na casa do violinista, pedindo para que o amigo subisse e ajudasse o amigo.
Na falta do que fazer inventou um problema matemático. Esse vale a pena escrever aqui no blog. O problema era o seguinte:
Se um idiota entrar na casa do vizinho sem permissão e o vizinho chegar de repente e lhe der três socos, dois safanões, quatro cotoveladas e o idiota devolver trinta e dois beliscões, oito pontapés e cinco cascudos quantas gentilezas foram trocadas entre os dois?
a) 45
b) 54
c) 1234
d) Nenhuma das anteriores.
A resposta foi: Do ponto de vista da matemática a resposta certa é a “b”, mas do ponto de vista do português a resposta certa é a “d”, pois socos, pontapés e cotoveladas não são gentilezas. Do ponto de vista da mãe do idiota ele merecia levar uns tapas dela também.
Eu ri muito com esse problema, mas voltando ao resumo: Miguel continuou ocupando a sua cabeça com conjugações de verbos altamente irregulares (Tão criativas e coerentes com a situação como os problemas matemáticos). Apesar de tudo isso o tempo passava muito lentamente.
A ponto de ter um chilique, ouviu o amigo gritar do terraço. Beto avisou que estava subindo, o que tranquilizou Miguel.
Quando Beto chegou, Miguel começou a conversar com ele pela porta, um de cada lado, e explicou a situação. Avisou também que estava com fome. Os dois combinaram que Beto passaria o lanche pelo terraço, com o auxílio do barbante. Miguel comeu com vontade.
Eles precisavam tirar Miguel de lá, só não sabiam como. Tiveram então a ideia de tirar Miguel de lá quando a empregada deixasse a porta aberta novamente. Beto adormeceu. Quando acordou, se lembrou de seu amigo Beto. Ele não tinha voltado ainda. Beto decidiu então entrar na casa do violinista, mas para isso ele precisava bolar um plano para isso. Decidiu então contar toda a verdade para a sua irmã, Isabel. Ela era bem legal, e com certeza iria compreender a situação e ajudar a resolvê-la. Isabel então teve a ideia de tocar lá, explicar a situação para a empregada e pedir para ela para acordar Miguel e devolvê-lo. A empregada então voltou, disse que não tinha ninguém lá dentro. Eles insistiram para que ela os deixasse entrar só para procurar o Miguel, ela não deixou. Eles tiveram que bolar outro plano para entrar lá também sem que eles fiquem também trancados lá na casa do violinista. Isabel teve a ideia de levar uma caixinha com argila para “carimbar” a chave na argila. Para isso, tiveram que esperar a empregada sair para levar o lixo. Quando ela saísse, eles pegariam a chave do lado de dentro e carimbariam a mesma na argila. O plano deu certo. Eles conseguiram uma cópia da chave com o chaveiro da esquina. Agora, era só entrar e libertar Miguel. 
Entraram na casa do violinista e procuraram em todos os lugares, mas não acharam Miguel. Procuraram no quarto, na cozinha, em tudo, mas não acharam. Estavam ficando sem alternativas, estavam começando a achar que o Miguel havia sumido. De repente escutam o barulho da porta sendo aberta. Era o violinista, se esconderam debaixo da cama. Ele chegou em casa, mas foi direto para o armário. Passaram-se vinte minutos e ele não saia de lá. Decidiram que era a hora de sair, mas Beto teimou que queria passar na frente do armário para ver o que o violinista estava fazendo. Quando olharam pela brecha da porta, o louco tinha sumido! Só havia uma explicação: Fundo falso! Eles tentaram de todos os jeitos descobrir um botão, alavanca, parede falsa, não encontraram. Foram tentando então pelas brechas. Pegaram uma chave de fenda e foram tentando abrir. Quando finalmente conseguiram, descobriram que era uma passagem secreta para o apartamento da empregada, a Margarete.
A sala era quase normal, as única coisas que chamavam a atenção eram uma televisão no chão, um relógio pendurado no lustre e um par de tênis velhos na mesa.
O violinista ocava uma música de olhos fechados, concentrado. A velhinha estava sentada no sofá, parecia ter dormido. Quando o doido percebeu a presença de Isabel e Beto parou imediatamente de tocar a música e olhou para a chave de fenda que Isabel tinha nas mãos e berrou: “Solte essa arma garota!”. Dona Margarete gritou: “Amarre-os Alfredo!”. O violinista foi correndo pegar cadeiras e cordas para Margarete amarrá-los. Foram então pegar o Miguel e o Dunga (Gatinho da Isabel que também estava preso lá dentro). Trouxeram o Miguel e o Dunga para a sala. Isabel ficou feliz em saber que o gatinho estava vivo, mas infelizmente não podia acaricia-lo, ela estava com as mãos amarradas. O violinista então perguntou: Vocês podem nos explicar como funcionam as esferas brancas? Ninguém entendia o que eram as esferas brancas. O violinista falou que as esferas brancas eram as bolas de futebol. Todos pensaram: Mas bola de futebol não tem poder! Depois de pensar m pouco, Isabel disse que elas têm poder sim, já que as pessoas gostam do jogo, ficam torcendo e querem que ela entre no gol. Miguel inventou uma desculpa esfarrapada, disse que as manchas pretas na bola hipnotizam as pessoas, e as que não têm manchas tem as manchas por dentro, e funcionam do mesmo jeito, mas que existem pessoas que não se deixam hipnotizar. O violinista anotou tudo em um caderno.
Por um momento, Margarete e o violinista maluco foram conversar em um quarto, as crianças então viram a oportunidade de escapar, o Miguel foi até a cozinha da outra casa para pegar uma faca e cortar as cordas que amarravam Isabel e Beto, já que ele era o único que estava livre de uma cadeira, só tinha as mãos amarradas. Funcionou, Miguel conseguiu libertar os amigos, porém, a Margarete tinha pegado o Dunga. As crianças pegaram o caderno e fugiram, sem o Dunga mesmo. Iriam voltar para pegar o gato no dia seguinte.
As crianças fugiram e chegaram aliviadas as suas casas, ou melhor, a casa de Beto e Isabel, pois eles tinham inventado a desculpa de que o Miguel tinha dormido na casa de Beto e Isabel. Foram fazer um lanchinho. Ao mesmo tempo em que comiam liam o caderno. Esse caderno era tipo um relatório de alguns objetos da terra, como se eles fossem alienígenas! Isabel então teve outra ideia: Pegou uma caixa de sapatos e colou na tampa um bilhete dizendo que eles estavam com o caderno dos doidos e que devolveriam o mesmo se eles colocassem o Dunga dentro daquela caixa. Eles voltariam depois de 15 minutos para realizar a troca. Todos estavam ansiosos para ver se o plano iria dar certo. Andando para um lado e para o outro da cozinha, de repente, sentiram o misterioso vento frio, e quando olharam para a mesa de novo, o caderno tinha sumido!
Todos estavam achando que o violinista e sua empregada Margarete eram os ladrões.
No dia seguinte, todos acordaram cedo para a “operação res-gato”. O plano era o seguinte:
Uma amiga de Isabel (A mesma que deu o Dunga para ela) tocaria o interfone do apartamento da Margarete e diria que tem um filhote de gatinho peludo para dar para ela, a menina deveria enrolar ao máximo a velha lá embaixo. Enquanto Margarete está lá falando com a menina, eles entram no apartamento e pegam o Dunga.
Lá dentro, Isabel acha o Dunga e o pega no colo com muito amor. Os meninos foram explorando a casa e encontrando várias coisas interessantes (E estranhas!). Nessa exploração encontraram um quarto com tudo que eles tinham roubado isso aumentou ainda mais a suspeita de que eles eram os ladrões.
As crianças continuavam a sua exploração, quando de repente, ouvem a porta sendo aberta, quando olham, está lá a dona Margarete acompanhada do violinista. A velha disse um monte de coisas malucas do tipo: “Vocês estão se fingindo de inocentes, vocês sabem de tudo!” E mais um monte de maluquices. Margarete e o violinista estavam suspeitando das crianças, depois de uma longa discussão entre os dois, Margarete disse com um olhar misterioso: Vou tomar as providências!
Foram então todos para o escritório, a velha aviou que se eles fugissem iriam se dar mal. Ela disse que iria devolver todos os objetos, e que só levaria um minutinho. A velha sentou-se numa cadeira, concentrou-se e o violinista começou a tocar uma música repetitiva, as crianças sentiram um arrepio e inacreditavelmente os objetos começaram a se tornar transparentes, até sumir por completo. As crianças ficaram com medo.
Quando a música acabou, a velha começou a se mexer devagarinho. A velha disse Vamos lá! Apontando para o quarto que as crianças por pouco não abriram. Elas ficaram assustadas. Nesse quarto não havia nenhuma cama, nenhum móvel, mas tinha uma coisa que eles nunca tinham visto antes: Uma nave espacial! Ela ocupava o quarto todo, era toda feita de pontinhos coloridos que formavam uma nuvem densa e luminosa. O violinista se sentou e depois de alguns gestos dele se descolou um corpo feito de luzes. Margarete fez o mesmo. Margarete fez um gesto convidando os três para vir junto na nave. Ela puxou cada um deles para dentro da nave, eles se sentiram como se não tivessem peso.
A volta para a realidade foi estranha, eles estavam com passos de elefante, mas Margarete disse que a sensação passava logo. Antes de eles irem para casa, tiveram uma conversa com o violinista e com a Margarete. Nessa conversa eles revelaram que vieram a Terra para fazer uma tarefa escolar, e que Margarete tem 847 anos, e o violinista 828, mas que os anos passam bem mais rápido no planeta deles, e se eles morassem aqui teriam uns 15 anos. Lá no planeta deles há um empréstimo de corpos, e eles não podem nem escolher. 
Depois de todas essas revelações, Margarete ofereceu um chá que tinha um gosto estranho, e que os deixava confusos. Depois disso, eles não sabiam nem o que estavam fazendo no apartamento de Margarete. 

17 comentários:

  1. gostei da sua resenha , mim ajudou mt ! é por que esse livro é para paradidatico e vai ter um teste dele , e eu nao estava entendendo muito bem , mas gracas a voce !
    bjs , obrigada <3

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    1. Nada, o resumo ficou bem grande, mas se te ajudou :)

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  2. Obrigadinha pela sua resenha, me poupou boas horas de uma leitura completamente chata -.- Obrigadinha ^^

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    1. Até que a leitura é legal, mas sua opinião é sua, né....

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. olha ameeeei o seu resumo!! ganhei 10 pontos pelo resumo inteirinho....mas na hora q li o nome izabele lembrei e nao é izabele é izabel....mas valeu a pena o resto do resumo...vc é uma otima escritora... vc nao pensa em ser autora nao??? beijokas <3

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    1. Obrigada :) Eu escrevo as vezes.. Talvez até possa ser essa a minah profissão, quem sabe...
      Desculpe pelo "Isabele", erro meu, vou arrumar, kkkk, beijos.

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  5. adorei muito obrigado ,só gostaria de saber se o livro acabou assim mesmo?

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  6. brg!!! a prof de la da minha escola passou um resumo e n to afim de fazer ja peguei pronto!!! vlw, a e fl nisso resumo mt bem feito!!!

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  7. obrigado voce me salvo tenho que fazer um resumo do livro li e achei legal mas n sei fazer o resumo... valeu!

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  8. Graças a Deus, a prova é amanhã e n li NADA, isso vai me poupar de muitas horas perdidas lendo e lendo..., você escreve muito bem, obrigado aí,

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  9. Graças a Deus, a prova é amanhã e n li NADA, isso vai me poupar de muitas horas perdidas lendo e lendo..., você escreve muito bem, obrigado aí,

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  10. Oi queria saber uma coisa tenho que fazer uma ficha literaria e na ficha pedequem é o narrador e eu não sei você sabequem é?

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